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Exposição de pintura de Terrie Alves apresenta diálogo entre música, memória e identidade
O Museu Vivo do Franciscanismo recebe, a partir de 2 de outubro, a exposição de pintura “O país que se pinta, a canção que se vê”, da artista Terrie Alves, numa proposta artística que cruza pintura e música para celebrar a arte enquanto linguagem universal.
A inauguração está marcada para as 19h30 do dia 2 de outubro, ficando a exposição patente ao público até 9 de novembro de 2026.
Para esta mostra, Terrie Alves criou oito pinturas inéditas, inspiradas nos sete países que marcaram o seu percurso artístico e pessoal — Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Itália e Grécia. Cada uma das obras nasce da interpretação de uma canção cantada pela própria artista na língua de cada país, estabelecendo uma relação entre voz, memória afetiva, identidade cultural e expressão plástica.
A exposição inicia-se com um autorretrato simbólico, evocativo das origens do percurso artístico de Terrie Alves e da construção da sua identidade criativa. Seguem-se as sete obras dedicadas aos países que marcaram a sua carreira.
Mais do que ilustrar literalmente as canções, as pinturas procuram traduzir emoções, ritmos, sonoridades e recordações, convidando o visitante a descobrir, através da imagem, as experiências e relações afetivas que ligam a artista a cada território e respetiva língua.
“O país que se pinta, a canção que se vê” propõe, assim, uma experiência sensorial em que música e pintura se encontram e complementam, convidando a escutar através da imagem e a contemplar através da música.
Integrada também nas comemorações franciscanas, a exposição presta homenagem ao legado de São Francisco de Assis, associando a criatividade artística à contemplação, à fraternidade e à comunhão entre os povos. O Museu Vivo do Franciscanismo celebra, desta forma, a arte como espaço de encontro, memória e esperança.